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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Petrobras quer reduzir R$ 1 bilhão em custos com logística

Meta da empresa é economizar R$ 4 bilhões em quatro anos. Até 2013, foi registrada redução de R$ 800 milhões nos desembolsos

O Programa de Otimização de Infraestrutura Logística (Infralog) da Petrobras deverá gerar uma economia de recursos de, aproximadamente, R$ 1,8 bilhão até o fim deste ano, informou a Companhia, no dia 28 de novembro.
Segundo a Petrobras, até 2013, o programa já proporcionou R$ 800 milhões em redução de custos. A meta da empresa é economizar R$ 4 bilhões (US$ 1,6 bilhão), em quatro anos (de novembro de 2012 a dezembro de 2016).
Criado em novembro de 2012, o Infralog engloba ações de logística em todo o País e integra as áreas de exploração, produção e transporte de petróleo e gás natural, refino, comercialização e distribuição de derivados. 
Entre as soluções adotadas, está a adaptação e o aumento da capacidade de dutos, que atendem às refinarias da Petrobras. Dessa forma, dutos construídos para levar a produção de refinarias para mercados mais distantes podem ser adaptados a trazer produtos de outras unidades do sistema Petrobras. Já a capacidade foi ampliada apenas com o aumento do bombeamento e do uso de produtos redutores de atrito. 
A Petrobras também optou por utilizar portos e aeroportos em atividade, em vez de construir novas bases de apoio para suas operações, com navios e helicópteros. Além disso, a utilização de boias, mais simples de construir e de operar, substituiu projetos de construção de terminais para operações de transferência de petróleo. 
Fonte: Agência Petrobras

Patrus Transportes investe na ampliação de unidades

Melhorias foram realizadas nos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia e Pernambuco
A Patrus Transportes anunciou, na primeira quinzena de outubro, o plano de modernização de seus terminais localizados nos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia e Pernambuco.
Em Pouso Alegre (MG), a unidade foi ampliada a fim de melhorar as entregas e suportar o crescimento do volume movimentado. A estrutura conta com uma área total de 6 mil m², sendo 2.500 m² destinados à operação, e 18 docas para carregamento simultâneo. Além disso, disponibiliza dormitório para motoristas. A filial tem perfil distribuidor, expedidor e atende entregas porta a porta. Segundo o gerente, Juliano Donizete, são realizadas, em média, 700 entregas por dia.
Já em Juiz de Fora (MG), a unidade ocupa uma nova edificação. A estrutura é disposta numa área total de 5 mil m², com 3.200 m² operacionais, e 30 docas. Situada na BR 040,a filial de Juiz de Fora tem acesso para as principais rodovias do estado e as cidades do Sul de Minas.
Na região Sul do país, a filial de Caxias do Sul (RS) também foi transferida, ocupando, agora, uma área de 10 mil m², com terminal de 3 mil m² e 32 docas. De localização estratégica e perfil expedidor, a unidade fica à frente da rodovia RST 453 com acesso para as cidades da região da Serra e as duas principais rodovias do Sul, a BR 101 e a BR 116.
A região Nordeste também mereceu atenção da Patrus. Em Feira de Santana (BA), o terminal de 5.500 m² está disposto numa área total de 25 mil m². Ao todo, 24 docas são operacionalizadas para o atendimento de 200 municípios no estado da Bahia.
Em Petrolina (PE) a estratégia foi adquirir a edificação. O local conta com 640 m², com espaço para ampliações. A unidade tem perfil expedidor, distribuidor e atende entregas porta a porta.
Fonte: Tecnologistica

Coopercarga inicia operação com a Klabin no Nordeste

A iniciativa visa alcançar maior eficiência e nível de serviço para os clientes da região

A Coopercarga divulgou em novembro o início de uma operação integrada de transporte e armazenagem com a Klabin, produtora e exportadora de papéis. A operação, cujo volume pode variar entre 2.500 e 3.000 posições paletes, abrange os serviços de recebimento, armazenagem, separação, expedição e controle de estoques e será gerenciada pelo armazém de Recife, em parceria com a filial Pernambuco. Para o armazenamento, será disposta uma área de aproximadamente 1.200 m².
A novidade visa alcançar maior eficiência e nível de serviço para os clientes da Klabin no Nordeste. “A Coopercarga tem buscado cada vez mais oferecer serviços integrados aos clientes, o que proporciona agilidade no processo devido à gestão unificada e redução de custos na contratação de fornecedor”, diz Leandro Rocha, gerente regional da Coopercarga.
O contrato inicial com a Klabin é válido por um ano e incorpora embalagens de papelão ondulado. O transporte desse material será feito por vinte carretas sider, que serão responsáveis pela retirada dos produtos na fábrica do cliente em Goiana (PE) e pela entrega na unidade da Coopercarga em Recife (PE). Os produtos ficam armazenados até sua distribuição aos clientes da Klabin, na própria Região Nordeste.
O centro logístico de Recife foi criado em janeiro de 2013 e se consolidou como a terceira unidade de armazenagem da Coopercarga. A filial foi inaugurada com uma área de 7 mil m² e 7,5 mil posições palete, com capacidade total para 9 mil toneladas, sendo que, recentemente, houve expansão do armazém para 17,5 mil m² com capacidade para 20 mil posições palete.
Fonte: Tecnologistica

Cone Suape inaugura centro de serviços Truck Pátio

O local dispõe de 184 vagas fixas para caminhões e pode acolher uma movimentação de até 450 veículos/dia
O Cone Suape, Condomínio de Negócios Suape, lança o primeiro centro de apoio e triagem a caminhões e motoristas do Nordeste. O empreeendimento, localizado na região do Porto de Suape, em Pernambuco, entrou em operação no dia 1º de agosto e disponibiliza uma estrutura completa para atender as necessidades dos clientes, transportadores e motoristas.
O Truck Pátio dispõe de 184 vagas fixas para caminhões e pode movimentar até 450 veículos por dia. O investimento no local foi de R$ 10 milhões. “No Truck Pátio, o ambiente foi concebido de forma a propiciar uma comunicação integrada com todos os envolvido numa operação logística, ou seja, transportadores, embarcadores, caminhoneiros e agregados, portos e demais players logísticos”, explicou Fernando Perez, diretor de Negócios da Cone S.A., construtora e gerenciadora do empreendimento.
O Truck Pátio possui área total de 29 mil metros quadrados , sendo que 3.500 m² são área de apoio construída para atender aos caminhoneiros e suas famílias com espaços voltados para lazer e serviço.
No local, são disponibilizadas facilidadescomo restaurante, loja de conveniência, vestiários, área de descanso, posto de abastecimento de combustível, banco 24 horas, oficinas mecânica e elétrica, borracharia e espaço para lavagem e lubrificação de caminhões. Há também salas para locação destinadas às transportadoras. Todas essas operações vão gerar cerca de 60 empregos diretos no local. A maioria será de trabalhadores da cidade de Cabo de Santo Agostinho, onde se localiza o condomínio.
Hoje, apenas dentro do Cone Suape, circulam cerca de 450 caminhões diariamente, movimentando cargas das 40 empresas que já operam nas estruturas do empreendimento. A previsão é de que, em 2015, esse número alcance a marca de 2.000 caminhões por dia. Para atender a esse crescimento, a direção do Cone Suape já prevê a implantação, a partir de 2015, do Truck Pátio II, que vai ocupar uma área de 77 mil m². O local terá todos os serviços que constam do Truck Pátio I, além da inclusão de alojamentos e salas de treinamento. Nesse novo espaço serão investidos cerca de R$ 30 milhões.
O Cone Suape funciona dentro do conceito chamado de megaempreendimento, que reúne, num só lugar, estruturas logísticas e industriais, escritórios, áreas de apoio e serviços aos usuários e colaboradores, servindo também como uma retroárea para empresas que utilizam o Porto de Suape.
Fonte: Tecnologistica

EADI Suape inicia as operações

Porto seco da Wilson Sons Logística tem capacidade para movimentar 29 mil TEUs por ano

A Wilson Sons Logística recebeu, no início do mês de setembro, a autorização da Receita Federal para iniciar as operações da Estação Aduaneira de Interior (EADI) Suape, em Pernambuco. O documento foi emitido após a companhia concluir, em julho, as adequações solicitadas pelo órgão para instalar o porto seco na região. Com investimento de R$ 11 milhões, a nova estrutura recebeu obras civis, além de melhorias no sistema de TI e aquisição de equipamentos.
A EADI conta com um armazém de 12 mil m², com 16 mil posições-palete, disponibiliza 38 mil m² de pátio para operações de contêineres e, junto com o Centro Logístico (CL) Suape, integra as operações de comércio exterior e logística doméstica da empresa. O novo porto seco possui capacidade para movimentar 29 mil TEUs por ano e está apto para operar cargas de diversos segmentos, como químicos, farmacêuticos, bebidas, cosméticos e cargas de projeto.
Segundo o diretor executivo da Wilson Sons Logística, Thomas Rittscher III, a EADI Suape e o CL Suape se encaixam na estratégia de plataformas regionais. “Essas duas unidades, junto com serviços complementares de transporte, nos dão a oportunidade de oferecer aos nossos clientes soluções completas e customizadas”, diz. O executivo lembra que o modelo já foi empregado com sucesso no Estado de São Paulo, onde a companhia opera a EADI Santo André e o Centro Logístico São Paulo, em Itapevi.
Planos
Rittscher III destaca que a nova estrutura foi concebida após dez anos sem licitações para novos portos secos no Brasil e chega para fomentar, além do desenvolvimento de Suape, as atividades logísticas regionais. O escopo de serviços, ressalta o executivo, garante o atendimento da demanda. “O EADI Suape conta com câmara fria, tomadas e áreas para carga impedimento e de projetos. Vamos atender o Nordeste a partir das cargas desembaraçadas em Suape”, conta. Ao todo, 110 funcionários são responsáveis pelas movimentações.
O diretor executivo adianta outras estratégias da companhia. “Se já tivermos demanda, vamos utilizar a estrutura para movimentar carga aérea de importação e distribuí-la localmente”, anuncia. Além disso, revela, a ideia é inaugurar centros logísticos. “Estamos olhando o Nordeste, principalmente Recife e região. Acreditamos na regionalização das operações, hoje ainda muito concentradas no Sudeste”, enfatiza.
Para suprir esta perspectiva, Rittscher III aposta na vocação da empresa. “Somos um operador logístico com experiência em gestão alfandegada”, frisa.
Fonte: Tecnologistica