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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pacote de incentivo às exportações é ampliado

Prazo para aderir a financiamento passou de 31 de dezembro deste ano para 31 de março de 2011. Recursos disponíveis para empréstimos também aumentaram, passando de R$ 124 para R$ 134 bi

Brasília – O governo federal estendeu até 31 de março e ampliou em R$ 10 bilhões o limite da linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) subsidiada pela União. Essa linha será dirigida a investimentos em bens de capital (máquinas e equipamentos), em inovação tecnológica, em bens de consumo para exportação e no setor de energia. Antes, o prazo era de 31 de dezembro de 2010.

Segundo a medida provisória 501, publicada ontem no Diário Oficial da União, o limite para empréstimos passou de R$ 124 bilhões para R$ 134 bilhões, já que a MP ampliou em R$ 90 bilhões o limite de financiamento, em substituição ao reajuste de R$ 80 bilhões determinado pela MP 487 ao valor inicial de R$ 44 bilhões.

Segundo o secretário-adjunto do Tesouro, André Paiva, a ampliação do limite se deu por causa da extensão do prazo para a contratação do financiamento. O limite maior permite que o programa possa seguir em execução sem dificuldades até março, afirmou.

Na medida provisória, o governo libera aos Estados e municípios um montante de R$ 1,95 bilhão até o fim do ano para fomentar exportações brasileiras. Segundo a medida, o valor será entregue aos entes federados em parcelas iguais até o último dia útil de cada mês. Em um anexo, é estabelecida a parcela individual do montante pertencente a cada Estado. São Paulo, por exemplo, tem direito a 6,60772% do total. A maior fatia individual ficou com Minas Gerais (18,22742%).

Do montante destinado a cada ente, 75% ficará com os Estados e, o restante, com os municípios, que receberão sua fatia obedecendo a participação individual na distribuição da parcela do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

De acordo com a assessoria do BNDES, até o momento já foram desembolsados R$ 63,5 bilhões nesta linha de financiamento. Ao todo, o banco já tem R$ 98 bilhões de capital comprometido com a linha. Além dos desembolsos, soma-se a esse valor mais R$ 34,5 bilhões que ainda estão em análise pela instituição.

A subvenção econômica da União ao BNDES é feita sob a modalidade de equalização de taxas de juros. O restante das cobranças que o BNDES faria pelo empréstimo – soma da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais spread (diferença entre a taxa de captação paga pelo banco e aquela que ele cobra do cliente), por exemplo – é coberto pela União, barateando o empréstimo às empresas.

Fonte: Jornal do Commercio/PE

sábado, 4 de setembro de 2010

Grupo Nordeste fatura R$ 340 mi no semestre e espera crescer com a classe C

Com cifra 20% acima do esperado, empresa de segurança espera mais do que dobrar o resultado até o fim do ano

Grupo Nordeste: 800 carros-forte para atender 15 estados
São Paulo - O aumento do poder de consumo da população beneficia outros setores além do varejo e dos bancos, que ampliam suas linhas de crédito. Empresas das áreas de serviços bancários, segurança patrimonial e pessoal também veem suas margens saltar com a ascensão da nova classe C. É o caso do Grupo Nordeste, um dos maiores do país, com sede em Recife (PE), que fechou o primeiro semestre do ano com faturamento de 340 milhões de reais -- 20% acima do esperado. Até o fim do ano, a empresa espera chegar aos 700 milhões de reais, num mercado que vai movimentar 15 bilhões de reais neste ano.
"Normalmente, o segundo semestre tem um crescimento, em média, 5% superior ao do primeiro semestre, em função da sazonalidade, ou seja, do pagamento do 13º salário e, consequentemente, da movimentação do comércio com as festas de final de ano", disse ao site EXAME Osvaldo Gramel Junior, superintendente-geral do Grupo Nordeste.
O transporte de valores mobiliários é o serviço que puxará o faturamento da empresa no período, beneficiado por conta do consumo aquecido das classes emergentes. "Como a base populacional das classes C e D é muito ampla, e esses consumidores usam os terminais de autoatendimento, isso reflete positivamente no transporte de valores imobiliários", diz Osvaldo.
O crescimento da empresa no primeiro semestre se deu principalmente em virtude dos novos investimentos realizados pelo grupo como a aquisição da divisão de transporte de valores da Sena Segurança, anunciada em janeiro. A Sena atuava em Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, o que reforçou a presença da empresa na região. Com o negócio, o Grupo Nordeste incorporou 50 carros-fortes à sua frota, que hoje totaliza 800 veículos. As aquisições estão de acordo com a estratégia da empresa de investir cada vez mais no país e reforçar sua presença nas regiões onde está presente.
Com suas três principais marcas -- Nordeste Segurança, Transbank e Soservi --, o Grupo Nordeste está presente em 15 estados e atende 15.000 clientes -- 1.000 deles são empresas como bancos, Petrobras e Vale.
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JCPM inicia construção do maior shopping do Nordeste

RioMar Shopping na zona sul do Recife terá investimentos de R$ 600 milhões

Construção do RioMar Shopping teve início nesta quinta no Recife

Recife - Com investimentos de R$ 600 milhões, teve início hoje no bairro do Pina, na zona sul do Recife, a construção do maior shopping center do Nordeste, o RioMar Shopping. É o quinto shopping em Pernambuco e o 11º no País com a marca do empreendedor sergipano - radicado no Recife - João Carlos Paes Mendonça, presidente do Grupo JCPM.

A escala dos números que caracterizam o RioMar do Recife - 286 mil metros quadrados de área construída, 476 lojas, 14 salas de cinema, um teatro com 500 lugares, 6,2 mil vagas de estacionamento - é inversamente proporcional ao tempo em que o empresário pretende entregar o empreendimento à população: dois anos. "É um sonho sonhado há anos que finalmente é posto em execução", afirmou Paes Mendonça. "O de dotar o Recife de um dos maiores e mais modernos centros de compras do País."

Ao lado do RioMar, que só na fase de construção vai gerar três mil empregos e nove mil quando estiver em funcionamento, serão construídas três torres empresariais em parceria com a Moura Dubeux. A estimativa é de que o centro de compras irá gerar R$ 150 milhões anuais de impostos nas três esferas de governo.
Paes Mendonça prometeu que o empreendimento será "um refúgio ecológico", com a implantação de uma área verde de 40 mil metros quadrados, e que terá conceito baseado na sustentabilidade - aproveitamento da água da chuva, da luz solar, sistema de esgoto a vácuo.
Para que o centro de compras não torne ainda mais complicado o trânsito do Recife, o grupo se responsabilizou pelo alargamento da ponte Paulo Guerra, acesso para quem vem do centro da cidade, e da entrada do shopping.
Antes de enveredar pelo setor imobiliário e de shoppings, João Carlos Paes Mendonça foi dono da rede de supermercados Bompreço e do cartão Hipercard. Além dos cinco shoppings em Pernambuco, o JCPM tem participação em dois centros comerciais em Sergipe, dois em Salvador e dois em São Paulo (Villa Lobos e Granja Viana). Apesar dos investimentos no Sudeste, seu foco de negócios é o Nordeste.

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A importância do Supply Chain no meio empresarial


Executivos da construção civil têm os melhores salários


Em todos os setores, diretores comerciais possuem remuneração fixa 21% maior que média de diretores de outras áreas

Talita Abrantes, de EXAME.com

Em 2010, indústria da construção civil ofereceu salários mais agressivos para executivos
São Paulo - O aumento de investimentos na construção civil somado à escassez de profissionais de engenharia no mercado de trabalho está puxando os salários do setor. De acordo com pesquisa da consultoria Mercer, presidentes, diretores e gerentes seniores da indústria da construção recebem, em média, 34.237 reais por mês.

O valor é o mais alto entre os cerca de doze setores analisados pela Pesquisa Anual de Remuneração Total divulgada, nesta quinta-feira 2, pela Mercer.

A pesquisa, baseada nas remunerações oferecidas em maio deste ano, mostra que 27% do salário total oferecido aos executivos da construção civil é referente a bônus e outras gratificações.

A remuneração fixa também é agressiva no setor. Em média, o alto escalão da categoria tem um salário base 9% maior que a média.

O setor de mineração e metalurgia é o que mais investe em remuneração variável. Dos 32.174 reais que ofereceu aos seus executivos em maio, 32% eram variáveis.

Já a indústria de bens de consumo, terceiro colocado em melhores remunerações para presidentes, diretores e gerentes seniores, limitou 22% do salário de 29.928 reais para bônus e outras gratificações.

De acordo com a pesquisa, os diretores comerciais foram os mais valorizados. Em maio, eles receberam um salário 21% maior do que a média salarial de diretores de outros áreas dentro da companhia. Por outro lado, os diretores de qualidade, ganharam uma remuneração 27% menor que a média.

"O aquecimento do consumo interno está puxando os resultados das empresas", afirma Alberto Mondelli, diretor-geral da Mercer. "Por isso, você precisa de uma estrutura comercial bastante eficiente".

Benefícios
A pesquisa indica que, para reter talentos, as empresas também estão apostando em incentivos de longo prazo, como o oferecimento de ações da companhia para os funcionários por meio de planos de restricted shares ou stock options.
Por esses programas, os funcionários se tornam acionistas da empresa. Mas precisam esperar alguns anos para levar as compensações das ações. "Se ele for para outra empresa, perde este direito", explica Mondelli.
Em 2010, segundo a consultoria, os presidentes das companhias devem receber em restricted shares, stock options ou bônus de longo prazo o equivalente a 12,7 salários. Já os vice-presidentes e diretores devem ganhar cerca de 6,7 vezes a sua remuneração mensal.

"Ao colocar um componente de longo prazo na remuneração, a empresa constrói uma barreira de saída maior", diz. De olho nos benefícios que pode receber nos próximos anos graças a essa política, os profissionais tendem a permanecer na empresa.

Com isso, de acordo com o diretor, se uma outra empresa quiser contratá-lo, vai ter que oferecer um salário atrativo o suficiente para cobrir toda essa potencial montanha de dinheiro que o profissional pode receber.

A expectativa é de que a remuneração para presidentes e diretores de empresas suba, em média, 7,1% no próximo ano.
Para chegar a esses resultados, a Mercer consultou 344 empresas nacionais e multinacionais. Entre elas, Vale e BRFoods. Ao todo, foram analisadas mais de 500 mil informações salariais.

Leia mais: Veja as áreas em que o salário mais cresceu em 2010
Engenharia e finanças sofrem com baixa qualificação

Confira a Tabela de Salários do Site Exame 

Todo mundo junto agora

Os sites de compras em grupo renascem das cinzas e tornam-se a categoria que mais cresce no varejo pela internet. Será que desta vez eles vão vingar?

André Faust, de EXAME

Os fundadores do Peixe Urbano: o primeiro site de compras coletivas do país
Atrair novos clientes, e fazê-lo com rapidez, é um dos grandes desafios enfrentados por jovens negócios em qualquer parte do mundo. Com esse propósito, a rede carioca de iogurterias Yoggi, fundada em 2008, decidiu montar uma loja no meio de um cenário de novela. Mas essa não seria a única estratégia da empresa. Correndo por fora, outra ideia propunha um esquema de vendas ainda não explorado pela marca, e um tanto peculiar: colocar à venda, pela internet, cupons de descontos agressivos pelo período fixo de 24 horas. Em uma quinta-feira de agosto, a promoção foi ao ar no Peixe Urbano, um site que reúne ofertas em dez cidades brasileiras. O retorno do investimento era incerto, mas não demorou a aparecer: mais de 23 000 cupons de iogurte foram vendidos ao final do dia - o equivalente a três vezes o volume médio de vendas de uma loja em um mês. "Descobrimos uma isca poderosa para chamar novos clientes", diz Bruno Grossman, um dos sócios da Yoggi. Para dar conta da demanda nas lojas, as equipes tiveram de receber reforços. E o novo modelo de ofertas, antes tido como arriscado, deverá ser incorporado ao calendário de ações de marketing do grupo.
Criada em Chicago no final de 2008, a Groupon é a grande inspiração de sites de ofertas diárias como o Peixe Urbano. Ao oferecer uma única promoção por dia, com descontos de até 90% sobre serviços e produtos, a Groupon fez fama rápida na internet. De Chicago, o negócio chegou a mais de 200 cidades de 26 países. Na revista americana Forbes, a Groupon foi chamada de "companhia de crescimento mais rápido de todos os tempos", uma referência às chances de se tornar a empresa mais jovem a alcançar 1 bilhão de dólares em faturamento. Somente em 2010, estima-se que as vendas somem 500 milhões de dólares.

Modelo renovado
Aproveitar o poder de compra coletivo da internet para negociar melhores preços de produtos e serviços não é uma ideia exatamente inédita. No início dos anos 2000, companhias como Mercata e Mobshop receberam investimentos milionários para tentar colocar de pé negócios que apostavam tudo no poder das compras em grupo. Todas elas fracassaram. O que explicaria, então, o sucesso recente de sites como o Groupon? Um bom número de razões. É óbvio que, dez anos atrás, não havia tantos compradores online.
Mas houve avanços importantes também em relação ao modelo de negócios. Os descontos, em geral entre 50% e 90% do valor original, são negociados previamente com os estabelecimentos parceiros, como a iogurteria Yoggi. As ofertas, contudo, só são válidas se um número mínimo de compradores for atingido. Há ainda outro fator associado ao sucesso do modelo: a ênfase em ofertas localizadas e exclusivas para cada cidade. E com altos lucros: a Groupon fica com 50% do total arrecadado por promoção. Com a modéstia de quem, aos 27 anos de idade, pode ter inventado um dos negócios mais lucrativos da história da internet, Andrew Mason, fundador da Groupon, tem sua própria teoria para o sucesso da companhia. "Somos os primeiros a descobrir como pequenos negócios locais podem fazer propaganda", disse ele recentemente ao canal de TV americano CNBC. De fato, restaurantes, bares, spas, academias e serviços de beleza são os principais parceiros da Groupon. Mas há vários outros. "A parceria pode servir para qualquer estabelecimento que tenha algum estoque e que não sofra prejuízo com o aumento rápido de clientes", diz Vinicius Vacanti, fundador do Yipit, um agregador de sites de ofertas diárias nos Estados Unidos.
Tanto quanto exitoso, porém, o modelo Groupon é fácil de ser imitado. Diferentemente da maioria das empresas de internet, trata-se de um negócio com um pé firme no mundo offline. A interface virtual é pouco diferente de uma loja de comércio eletrônico comum. E pelo menos metade dos funcionários da companhia não é especialista em tecnologia, mas representante comercial ou redator de anúncios. Como era de esperar, a fama de sucesso fácil tem atraído muita concorrência. O negócio foi copiado por pelo menos 500 empresas ao redor do mundo - mais de 200 só nos Estados Unidos, e outras 100 na China.
Fundado há apenas oito meses, o Peixe Urbano é o primeiro site a trazer o modelo ao Brasil. De lá para cá, outras 17 empresas entraram na disputa, a um 14 dias. Mais de 20 cidades brasileiras são atendidas hoje pelos sites. Em uma terça-feira de agosto, por exemplo, cariocas podiam comprar cupons para alisamento de cabelos por 20% do valor original, entre outras dez ofertas. No mesmo dia, em Campinas, no interior de São Paulo, ofertas anunciavam aulas de violino com 60% de desconto e passeios ecológicos por menos da metade do preço. "Esperávamos concorrência, mas não nessa velocidade", diz Julio Vasconcellos, um dos fundadores do Peixe Urbano.


Mercado brasileiro
Tamanho burburinho chamou a atenção dos pais da ideia, e em junho a Groupon desembarcou no país com o Clube Urbano. Até o final do ano, a companhia espera estar presente em 20 cidades. "O Brasil tem tudo para ser o segundo maior mercado da Groupon no mundo", diz Florian Otto, fundador do Clube Urbano. Segundo estimativas, o mercado global de ofertas diárias deverá movimentar 7 bilhões de dólares em 2012. O Brasil, acredita-se, poderá representar 5% desse mercado. Além de uma larga base de usuários cadastrados nos sites, que recebem novas ofertas por e-mail todos os dias, o sucesso das promoções depende em parte da disposição dos usuários em passar as informações adiante para seus amigos. "O Brasil é o lugar em que os usuários mais compartilham ofertas nos 26 países do Groupon", diz Otto.
Aos poucos, empresas de outros ramos de atividade também são atraídas pelo modelo. Em abril, o jornal Washington Post se associou ao LivingSocial, principal concorrente da 0 Groupon nos Estados Unidos, para lançar sua própria plataforma de ofertas diárias. Recentemente, em agosto, foi a vez de o Yelp, maior site de avaliações de restaurantes e serviços do mundo, seguir caminho parecido. Serão as ofertas diárias também a salvação de negócios online pouco rentáveis? Diante do sucesso do modelo até aqui, essa parece ser uma aposta que cada vez mais empresas estão dispostas a fazer - pelo menos até a oferta de amanhã.

Bernardo Hees será presidente do Burger King

A antecipação da saída do executivo da presidência da ALL está diretamente relacionada à aquisição da rede de lanchonetes Burger King

Cristiane Mano, de EXAME

Bernardo Hees: presidente da ALL troca companhia pelo fundo 3G Capital
São Paulo - O executivo carioca Bernardo Hees é o mais novo reforço do fundo 3G Capital, comandado pelo trio de investidores Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles.  
A antecipação da saída de Hees da presidência da ALL Logística, prevista a princípio para dezembro de 2010 e anunciada de maneira inesperada ontem, está diretamente relacionada à movimentação mais recente do fundo 3G -- a compra da rede de lanchonetes americana Burger King, por 3,3 bilhões de dólares.
Ele deverá ser anunciado como principal executivo da rede nesta semana. Procurado, Hees - que neste momento está nos Estados Unidos - não comentou a notícia.
O caminho de Hees é o mesmo seguido há seis anos por Alexandre Behring, seu antecessor na presidência da ALL, cargo que ocupou de 1998 a 2004. Naquele ano, Behring deixou a empresa para se juntar ao fundo 3G Capital.
Desde 2008, Behring é o principal executivo da 3G Capital e representante do fundo no conselho de administração da ferrovia americana CSX, em que possui uma participação minoritária. Segundo o jornal The New York Times, Behring comandou a negociação para a compra da rede.

Nova Economia de Pernambuco começa a apresentar resultados financeiros


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Ontem o Valor Econômico enviou a publicação anual Valor 1000, onde divulga o resultado das 1000 maiores empresas do Brasil, além dos 200 maiores bancos, e outras instituições ligadas à área de finanças.
Quando esta lista era divulgada anos atrás, apareciam apenas empresas ligadas ao setor público, ou ainda concessionárias de serviços públicos. A única exceção era a Rapidão Cometa e a Baterias Moura.
Estes segmentos ainda são fortes na relação, mas outras empresas começam a aparecer, como a fábrica de PET M&G Polímeros, o Estaleiro Atlântico Sul, a Impsa Wind, que faz turbinas para energia eólica e a M&G Fibras, que faz resina.
Nos próximos anos outras empresas entrarão nesta lista, mas Pernambuco ainda é muito tímido na relação do Valor. Apenas 2% das 1000 maiores empresas do país estão aqui. A presença de empresas com processo decisório no Estado é de fundamental importância para a economia. Várias outras áreas são afetadas por isso, como por exemplo, os patrocínios culturais. Mas isso é conversa para outro post.
Entre os bancos pernambucanos, apenas o BGN está na lista. Nos próximos anos deve aparecer o Banco Gerador, ou o Banorte, caso utilizem definitivamente esta bandeira. O setor financeiro é aquele que deveria ser observado com maior cautela pelo Governo, porque é de extrema importância para o desenvolvimento do Estado.

A relação das vinte maiores empresas de Pernambuco está abaixo.
  1. Chesf
  2. Celpe
  3. Votorantim Cimentos N/NE
  4. M&G Polímeros
  5. Estaleiro Atlântico Sul
  6. Ello-Puma
  7. Compesa
  8. Rapidão Cometa
  9. Termope
  10. Via Sul
  11. White Martins Nordeste
  12. Baterias Moura
  13. Copergás
  14. Impsa Wind
  15. Fluxo
  16. CIV
  17. Petrovia
  18. Raymundo da Fonte
  19. M&G Fibras
  20. Eurovia Veículos 
Autor: Pierre Lucena

Estudo da Visa aponta crescimento do e-commerce no país

Entre 2007 e 2009, o segmento de e-commerce no Brasil cresceu 170%, segundo estudo encomendado pela Visa, o qual aponta que somente em 2009 o setor movimentou US$ 13,23 bilhões. A estimativa é que até o final de 2011, haja um aumento de 58% nas vendas online, atingindo um total de US$ 34,5 bilhões.
O estudo, conduzido pela empresa AmericaEconomia Intelligence, revela que diversos fatores contribuíram para esse crescimento regional, incluindo mudanças no comportamento dos consumidores, percepções e demanda, aumento no número de computadores, maior penetração da banda larga, melhorias da segurança online, expansão das indústrias-chave tais como viagens e turismo, além do aumento da aceitação dos grandes varejistas.
Na América Latina, o Brasil lidera o número de vendas online com 61%, seguido pelo México com 12% e pelo Chile com 5%. Os mercados mais maduros da região, em relação à porcentagem de e-Commerce e a contribuição para o PIB, são o Brasil com 0,84% e o Chile com 0,64%.
Para a Visa, o comércio eletrônico é um canal em que as grandes empresas, e também as pequenas e médias, podem se desenvolver com um grande potencial de acesso a novos mercados e a mais clientes. “Este canal tem permitido às pequenas empresas que funcionam de maneira bastante informal, integrar-se a uma plataforma mais adequada realizar seus negócios”, comenta José Maria Ayuso, Vice-presidente Regional de Produtos da Visa América Latina e Caribe.
Como parte da sua estratégia de e-commerce, a Visa adquiriu recentemente a Cybersource Corporation, fornecedora de soluções de pagamentos eletrônicos, controle de risco e segurança de pagamentos com o objetivo de facilitar e incentivar o comércio eletrônico em todo o mundo. “Entendemos que o aumento dos investimentos em tecnologia, plataformas, produtos e serviços são essenciais para o desenvolvimento do comércio eletrônico da região e acredita estar no caminho certo para enfrentar os desafios regionais específicos”, explica Ayuso.

Rápido 900 hospeda TMS em Datacenter da CorpFlex

Preocupada em evitar quedas de links, que influenciavam diretamente na queda de produtividade, a Rápido 900 acaba de migrar o seu TMS para o Datacenter da CorpFlex e já observa melhorias na performance do sistema, segurança da informação e  alta disponibilidade da operação.
Leonardo Oliveira, gerente de TI da Rápido 900 comenta que o TMS ficava dentro da infraestrutura da empresa e quando acontecia alguma falta de energia elétrica ou quedas de links na matriz, todas as filiais eram afetadas e ficavam inoperantes.
Com a mudança do sistema de gerenciamento para o Datacenter da CorpFlex, hoje, se houver um problema dessa natureza, as filiais continuam trabalhando normalmente. “É importante ressaltar que essa hipótese já era remota, devido à presença de geradores e redundância de links, mas a empresa não podia continuar correndo o risco de paralisia das operações”, ressalta.
Atualmente, o volume de dados hospedados é de 60 Gb. Ainda Nos próximos meses, a empresa pretende adquirir um novo ERP para consolidar as informações do TMS e também do WMS e já planeja hospedá-lo no Datacenter da CorpFlex. “Dessa forma, os nossos diretores terão mais ferramentas para a tomada de decisões”, projeta Oliveira.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010






 
 

Exportações têm o melhor resultado do pós-crise

Brasília (AE) - Infladas pelo aumento dos preços de produtos básicos como o minério de ferro, as exportações brasileiras obtiveram o melhor resultado desde o agravamento da crise mundial, em setembro de 2008, e chegaram a US$ 19,236 bilhões em agosto, de acordo com dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado representou um aumento de 32,7% em relação à média diária de embarques de agosto do ano passado.

“As exportações têm repetido uma recuperação semelhante à de 2008, acompanhando a tendência daquele período. Provavelmente teremos uma queda leve no fim do ano, como nos outros anos”, afirmou o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Welber Barral

Na comparação com o mesmo mês de 2009, as vendas de básicos aumentaram 43,9%, com destaque para os embarques de minério de ferro, cujo crescimento chegou a 228% no período. Essa expansão, no entanto, está diretamente relacionada com o aumento de 168,2% no preço do produto no mercado internacional, enquanto em quantidade exportada o crescimento foi de apenas 28,1%.

Em agosto, o aumento das vendas de industrializados foi de 23,2% ante o mesmo mês de 2009, com destaque para o crescimento de 122% nas vendas de veículos de carga, também a preços maiores. “Os dados revelam uma recuperação dos mercados importadores, pois tem havido crescimento das exportações não apenas em quantidade, mas também no valor transacionado, o que revela aumento da demanda”, disse Barral.

Destino

Em relação aos destinos das mercadorias brasileiras, Ásia e Mercosul continuam liderando a expansão no ano, com aumentos de 45,7% e 41,9%, respectivamente. Segundo Barral, o crescimento de 30,3% nas vendas para a União Europeia de janeiro a agosto ante igual período de 2008 mostra que não há efeitos negativos da crise no comércio com a região. Já as vendas para os Estados Unidos, que expandiram apenas 23,6% nos oito primeiros meses do ano, ainda geram apreensão para o governo. “Aumentamos as exportações, mas isso ainda não nos leva ao nível de 2008. Há uma preocupação para sermos mais agressivos no mercado americano”, admitiu o secretário.

Fonte: Tribuna do Norte/RN

Modal marítimo deve ser explorado

Especialistas defendem o multimodalismo no lugar do intermodalismo em logística

Com mais de dez mil quilômetros de costa marítima, mas com o transporte de cargas internas realizado praticamente pelo modal rodoviário, o Brasil começa aos poucos a discutir e a buscar os meios adequados para dinamizar e expandir o transporte de cabotagem - movimentação de cargas entre portos de um mesmo País. Para tanto, muitos fatos, ou remadas, ainda precisam ser dados para quebrar, inicialmente, a cultura do caminhão, que subsiste apesar das péssimas condições das estradas brasileiras.

A observação é do consultor e professor de logística, Heverson Inamar Souza, para quem o transporte de cabotagem não crescerá sozinho, sem antes assegurar uma maior interface com os modais rodoferroviários e até aeroviário. Nesse sentido, ele aponta a necessidade de se melhorar os acessos aos portos para caminhões e trens; bem como equipá-los com melhor estrutura de logística, com equipamentos modernos para agilizar os procedimentos de carga e descarga, além de uma legislação mais ágil e menos burocrática. "Continuamos a praticar o intermodalismo, em vez do multimodalismo", alerta Souza.

Palestrante da Feira de Transporte Intermodal e Logística (Transmodal Brasil) que transcorre até amanhã, em Fortaleza, ele avalia ainda que as relações trabalhistas também precisam ser melhor discutidas, como forma de melhor capacitar e elevar a produtividade dos trabalhadores portuários.

Mar calmo

Souza ressalta no entanto, que nem tudo é só dificuldades e que muitos dos problemas poderiam ser facilmente resolvidos, tendo em vista a boa disposição e localização dos portos brasileiros. "Nossos portos são de fácil acesso, nosso mar é calmo e o clima é bom e sem intempéries, o que torna a navegabilidade mais segura e tranquila", (em relação ao transporte rodoviário), ressalta o professor.

Apesar de tudo, reconhece que "as tarifas portuárias ainda são muito elevadas" e os custos para transporte de cabotagem entre portos de uma mesma região também não são ainda, competitivos. "Mas entre regiões, em distâncias maiores, os custos se diluem e pode se tornar mais competitivo", defende.

Opinião semelhante tem o diretor da Transmodal, Feliciano Monte Ramos, para quem a interface entre os vários modais beneficiará a todos, à medida em que favorece a ampliação do volume de cargas transportadas. "A melhoria do ferroviário favorece até as transportadoras, que podem operar em trechos menores, a partir da criação dos centros de distribuição", diz.

Fonte: Diário do Nordeste/CE
 

Gesso conquista a Europa

A exportação de gesso em 2010 do polo do Araripe, Sertão de Pernambuco, deverá superar os índices do ano passado. Esta é a previsão da Brazilian Gypsum, grupo que reúne as principais empresas do local. De acordo com a estimativa divulgada, o número de empresas exportadoras, em relação a 2009, dobrou, passando de três a sete apenas nos últimos oito meses, e o valor exportado - em dólares - deve superar, até o mês de dezembro, 100% do total exportado no ano passado, chegando a US$ 400 mil. 

"Estamos num momento único. Passamos um bom tempo apresentando nossos produtos em outros países e, agora, estamos obtendo as respostas. Até para a Europa (que produz gesso em larga escala), estamos exportando", afirmou a gerente executiva da Brazilian Gypsum, Rafaela Sartori. Segundo ela, os países que entraram este ano para o rol dos importadores de gesso brasileiro, formado até então pela Venezuela, Argentina, Chile Uruguai, Ilhas do Caribe e Moçambique, foram Portugal, Espanha e França. Esta última, interessada mais especificamente no gesso alfa, usado em implantes dentários. 

Para a gerente da Brazilian Gypsum, a explicação de tamanho interesse está na qualidade do gesso produzido. "As empresas do polo gesseiro passaram os últimos anos investindo na modernização da produção. Prova disto foi que conquistamos em julho o Selo Branco, certificação que indica que nossos produtos estão dentro dos mais elevados parâmetros europeu", explicou. Outro fator que impulsionou as exportações, segundo Rafaela, foi a baixa nos preços dos fretes internacionais. "Como o gesso é um produto pesado, utilizamos apenas navios na entrega e isto acaba saindo muito caro", completou.

Ela disse ainda que, dentre os produtos de maior demanda no mercado externo, estão o gesso alfa, a placa para teto, o gesso de revestimento e o drywall acartonado. Este último, começou a ser produzido em Pernambuco em janeiro deste ano e já está sendo exportado para Portugal. A empresa responsável pela produção é a Trevo Drywall, que pretende, em breve, alcançar o índice de R$ 6 milhões exportados anualmente. "Estamos nos equiparando com as maiores empresas do mundo. O Drywall, por exemplo, só era fabricado em três países em todo o mundo: Estados Unidos, China e Tailândia", afirmou Beto Alencar, diretor da Trevo Drywall. 

Segundo ele, a produção de produtos com maior valor agregado alavancou o polo gesseiro, que já chegou em sua maturidade. "Qualquer empresa que se instalar aqui vai ter lucro", ressaltou. Porém, nem tudo são flores em Araripina. Beto lembrou que não dá mais para esperar pelas promessas da ferrovia Transnordestina e maior oferta de gás natural. "Há fábricas que querem se instalar aqui e acabam desistindo. A nossa logística ainda depende de caminhões do Sul que passam pela região para fazer entrega nas capitais do Nordeste". 

Fonte: Diario de Pernambuco

Suape realiza o seu primeiro Workshop para discutir os seus próximos 20 anos

O Secretário de Desenvolvimento Econômico e Presidente de Suape, Fernando Bezerra Coelho, realizou a abertura do evento. Para ele, o encontro foi uma oportunidade para reflexão. “Esse momento que vivemos é muito importante. Pernambuco pode e deve aproveitá-lo para que os investimentos possam dialogar com outros setores da nossa economia”, destacou o Secretário.


Em seguida, foi apresentado pelo Diretor do Fórum Suape Global, Silvio Leimig, o calendário dos temas que seriam explanados no decorrer do dia.
A primeira palestra, intitulada Desenvolvimento Industrial, foi ministrada pela Consultora da Ceplan, a economista,Tânia Barcelar.


A pesquisadora destacou numa visão de futuro as mudanças favoráveis, sobretudo com o crescimento de novas bases. "Relembro da semente que plantei quando o Projeto Suape Global foi concebido. É muito bom participar desse sonho, ver Pernambuco se transformando num grande polo provedor de bens e serviços e agora poder olhar Suape no futuro”, comentou a pesquisadora.


Na sua apresentação, foi dispensada a palavra perspectivas,Tânia preferiu usar o termo desafio. Ressaltando sempre a importância da mudança que está acontecendo no estado de Pernambuco, principalmente no polo industrial. “Numa visão de futuro, as mudanças recentes são favoráveis. O país tem um novo perfil demográfico, retomou o crescimento nas suas bases”, destacou a economista.


Desenvolvimento de Recursos Humanos e Industrial foi a temática da segunda palestra, apresentada por Francisco Cunha, Diretor da TGI.
Como abertura, o consultor falou de como era impossível imaginar a 5 anos, a construção do navio João Candido aqui em Pernambuco.


“Pernambuco hoje está no mapa logístico internacional e não existe mais espaço para baixo astral. Hoje, os pernambucanos estão otimistas, ontem éramos secundários, mas, hoje, somos destaque na economia brasileira”,destacou o consultor.


À tarde, os presentes puderam assistir a mais três palestras. A primeira delas, “Informação, Comunicação e Divulgação’, ficou por conta do diretor de Marketing da Coca-Cola, Sérgio Vieira. A segunda, "Ambiente e Desenvolvimento de Negócios", foi ministrada pelo superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), Carlos Camerini.


A última palestra da tarde foi ministrada pelo Diretor da Projetec, João Recena. Durante sua apresentação, Recena apresentou as principais mudanças em prospecto como aumento da reserva ambiental, extensão da Transnordestina e a construção de mais centros de capacitação profissional.


“As cidades localizadas no território estratégico também serão beneficiadas como projetos culturais, relocalização de casa e auxilio moradia”, explica João Recena referindo-se aos municípios localizados próximos a Suape que também são ofertados para empresas por serem próximo do porto.


Por Assessoria de Comunicação e Relações Sociais de Suape
Foto: Lidianne Andrade / Ascom Suape

Reunião discute empresas de telefonia em Suape

O vice-presidente de Suape, Sidnei Aires, o diretor de Gestão Fundiária e Patrimonial, Inaldo Campelo, e o Coordenador de Novos Negócios, Washington Dantas, reuniram-se, na manhã do dia 27, com os representantes das empresas de telecomunicações e radiocomunicação (Tim, Claro, Embratel, Vivo, Nextel, Kofre e Hotlink) atuantes na área do Complexo Industrial Portuário de Suape.

Por iniciativa de Suape, a reunião aconteceu no prédio de Autoridade Portuária e teve como objetivo discutir a situação contratual de áreas para instalação de antenas e equipamentos de transmissão de dados.

Atualmente, a Embratel é a única com posse de área. As demais tem área alugada ou trabalham sob o regime de relocação. “O objetivo de Suape é formalizar. Não queremos interromper serviços nem retirar antenas, mas sugerir as áreas para a locação e o compartilhamento for de interesse de todos, viabilizaremos” destacou Aires aos presentes.

No encontro, o coordenador Washington Dantas apresentou Suape aos empresários. Em seguida, o consultor Charles Freire realizou exposição técnica e entregou um mapeamento da situação atual do setor de telecomunicação em Suape a partir de informações da Anatel, com especificações privadas para cada empresa.

LOCAÇÃO – Suape pretende modificar a situação atual de aluguel de áreas por empresas instaladas no Complexo para as de telecomunicação, pois o sistema de relocação está proibido.

Pretende-se formalizar as relações e instituir uma receita que sirva ao Complexo, com taxas por metro quadrado e outras variáveis proporcionais à arrecadação das empresas e ao porte de cada uma.

Postada por Ascom Suape
Foto: Lidianne Andrade / Ascom Suape

Programa Trainee 2011 da Jamef está com inscrições abertas

Com objetivo de desenvolver jovens talentos, a Jamef Encomendas Urgentes está abrindo as inscrições para o Programa Trainee 2011, que oferece 20 vagas para jovens na faixa etária de 23 a 28 anos, graduados há no mínimo dois anos nos cursos de Administração de Empresas, Economia, Engenharia e Contabilidade.
Segundo o diretor de RH da empresa, Paulo Santarlacci, a Jamef aposta nesta iniciativa porque entende que é o melhor caminho para transformar jovens talentos em futuros líderes. Pensando nisso, foi elaborado um programa que inclui treinamentos comportamentais e técnicos.
O Programa Trainee 2011 terá duração de um ano e os candidatos devem enviar os currículos para o e-mail recrutamento@sao.jamef.com.br, especificando, inevitavelmente, no campo assunto o texto: “TRAINEE 2011”.
Os candidatos selecionados deverão se  apresentar nas unidades da Jamef de Contagem, MG, Curitiba, PR, São Paulo, SP, e Rio de Janeiro, RJ, para a realização de entrevistas, as quais terão início em outubro próximo. “Os aprovados atuarão nas cidades mencionadas”, informa Santarlacci.
 
Desde 1963 no mercado de transportes, atualmente a Jamef conta com 18 unidades espalhadas pelas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país, além de contar com uma frota composta por cerca de 700 veículos.

Gerdau Açominas utilizará estrutura logística da Vale

Acordos firmados recentemente preveem que pelos próximos três ano a Gerdau Açominas utilizará parte da infraestrutura logística da Vale para transportar produtos siderúrgicos e carvão, por meio da EFVM – Estrada de Ferro Vitória a Minas e do TPM – Terminal de Praia Mole, no Complexo de Tubarão, ES.
Conforme estimativas das companhias, neste ano o volume de transporte deve atingir 4,5 milhões de toneladas e, em 2012, poderá chegar a 6,2 milhões de toneladas. “Trata-se do maior volume já feito para a Gerdau Açominas, uma das três maiores siderúrgicas clientes da empresa”, explica o diretor de Comercialização de Logística da Vale, Marcello Spinelli.
Pelo acordado, os produtos siderúrgicos, principalmente o aço, seguirão da Usina de Ouro Branco, em Minas Gerais, pela EFVM, em direção ao TPM. Neste fluxo, serão movimentadas cerca de dois milhões de toneladas, atingindo três milhões de toneladas em 2012.
Além do aço, a Vale revela que receberá o carvão que a Gerdau importa pelo TPM e fará o transporte do insumo até a usina da siderúrgica em Ouro Branco, também pela EFVM. “Este contrato de movimentação portuária prevê o transporte de cerca de 2,5 milhões de toneladas em 2010, atingindo 3,2 milhões de toneladas em 2012”, informa um comunicado emitido pela Vale.
Outro ponto de destaque do contrato é a garantia de qualidade na entrega, com prazos definidos.  "A assinatura desses contratos é um marco importante na estratégia da área de logística de formalizar compromissos de longo prazo com as grandes siderúrgicas e os serviços de logística que estamos fornecendo vão aumentar a competitividade dos produtos da Gerdau Açominas", afirma Spinelli.

PAC poderá destinar R$ 17,95 bilhões à infraestrutura logística em 2011

Se em 2010, a previsão de gastos do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento com infraestrutura logística é de R$ 15,46 bilhões, no próximo ano o montante projetado para esta área é de R$ 17,95 bilhões, que seriam aplicados em rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, etc.
Conforme divulgado pelo Ministério do Planejamento no início desta semana, se mantido pelo próximo Governo Federal, o orçamento total do PAC subirá 36,6% no próximo ano. O limite de gastos do Programa previsto para este ano é de R$ 31,85 bilhões, ao passo que em 2011 deverá ser de R$ 43,5 bilhões, pelo o que consta na proposta de orçamento federal, já enviada ao Congresso Nacional, segundo o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.
Ele revela que foi mantida a possibilidade de abater os gastos do PAC da meta de superávit primário, fixada em R$ 125,5 bilhões para o ano que vem, o que equivale a 3,22% do PIB. No entanto, diz que o abatimento, em 2011, está limitado a R$ 32 bilhões.

Fonte: G1

AmstedMaxion totaliza reforma de 4.500 vagões e componentes

Graças à linha de serviços AMais – AmstedMaxion Assistência e Inteligência em Soluções, implantada em 2006 para consolidar a atuação na área de prestação de serviços, a AmstedMaxion está comemorando uma importante marca: 4.500 vagões e componentes ferroviários reformados ou adaptados em suas oficinas ou nos próprios clientes, dentro e fora do Brasil.
Desde a criação da linha Amais, a empresa vem executando para seus clientes serviços de adaptação, reforma e transformação de vagões, além da reforma de componentes ferroviários, como os aparelhos de choque e tração. Segundo a AmstedMaxion, a procura por esses serviços aumentou no último ano e a já há previsão de novo crescimento nesse segmento para o próximo ano, o que consiste em uma oportunidade de se consolidar ainda mais.
“A principal característica desta linha é oferecer ao mercado soluções completas, permitindo que as operadoras fiquem livres de preocupações e custos elevados referentes à manutenção, e possam concentrar esforços no foco central de seus negócios”, comenta o presidente da companhia, Ricardo Chuahy.
Ele explica que a AmstedMaxion procura deixar à disposição dos clientes toda a sua a estrutura, competência e tecnologia, além de efetuar parcerias estratégicas com empresas reconhecidas no mercado ferroviário para fornecer soluções de qualidade e aumentar a abrangência dos serviços nas áreas de freios, rolamentos, monitoramento eletrônico, entre outras.
Dos serviços prestados pela linha Amais, os projetos de reforma e transformação, assim como alguns serviços, são tratados como demandas independentes por atenderem a uma finalidade específica. Já os serviços de sistemas e os de componentes, podem ser realizados de modo completo, ou isolados. No entanto, Chuahy diz que a opção que garante maior abrangência a menores custos é a Manutenção Integrada.

DHL Supply Chain fatura prêmio CPFL Mais Valor

Em premiação realizada pela CPFL Energia – holding que atua no setor elétrico brasileiro, através de subsidiárias dedicadas aos segmentos de distribuição, geração e comercialização de energia elétrica, nos mercados livre e regulado – a DHL Supply Chain conquistou a primeira posição na categoria Cadeia de Suprimentos.
Orgulhoso pela premiação no CPFL Mais Valor, Marlon Dias Alves, gerente de operações da empresa de logística, afirma que o reconhecimento por parte de uma empresa do porte da CPFL é um estímulo para a DHL continuar melhorando a performance e buscando soluções sustentáveis para toda a cadeia logística.
“O profissionalismo e comprometimento da equipe DHL nas estratégias de crescimento de negócio da CPFL Energia fez com que tivéssemos um papel de destaque. A grande conquista foi a busca constante de novas alternativas para aumentar a capacidade de distribuição de materiais, mantendo o alto nível de qualidade e segurança do processo”, explica.
Ainda segundo Alves, outro aspecto que contribuiu foi a atuação da DHL com os agentes avançados, bem como os resultados significativos em relação à acuracidade do inventário e o suporte ao forte crescimento de volumes nos últimos três anos.
De acordo com Marcos Chaves, vice-presidente da CPFL, o prêmio CPFL Mais Valor analisou o desempenho dos fornecedores em 2009, por meio de requisitos como qualidade, prazo, segurança, meio ambiente e responsabilidade social.
“Nosso sucesso depende da qualidade de nossos relacionamentos. Pretendemos fortalecer as relações e criar contratos de longo prazo com empresas que entendem a nossa necessidade e compartilhem dos nossos princípios”, destaca Chaves.