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quinta-feira, 19 de julho de 2012

STX Promar vai contratar 500 pessoas em setembro

O estaleiro da STX Promar começa a ganhar forma na Ilha de Tatuoca, no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco. À medida que as obras avançam, aumentam as expectativas sobre os efeitos do projeto nos municípios do entorno. Um dos desafios é evitar erros cometidos pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), também situado na Tatuoca. Em setembro, o STX Promar, controlado por noruegueses e brasileiros, vai contratar 500 pessoas de um total de 1,5 mil trabalhadores que devem ser empregados nos próximos anos. O início da produção está previsto para junho de 2013 a partir de investimentos de R$ 250 milhões.
O novo estaleiro pernambucano nasce com uma carteira robusta formada por oito navios gaseiros encomendados por US$ 536 milhões pela Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras. Foi esse contrato que deu confiança aos acionistas, a STX OSV, da Noruega, com 50,5%, e a PJMR, do Rio, com 49,5%, para levar adiante a construção do estaleiro. Os gaseiros vão garantir trabalho para o estaleiro por mais de três anos, mas a partir de 2014 o STX Promar precisará ter novas obras. E a aposta está na construção de navios de apoio às atividades de petróleo e gás, especialidade da STX OSV.
A empresa é controlada pelo grupo coreano STX e tem operações na Noruega, Romênia, Vietnã e Brasil. No Brasil, a STX OSV faturou R$ 430 milhões em 2011, número que deve crescer 16% este ano e atingir R$ 500 milhões, prevê Waldomiro Arantes Filho, presidente da STX OSV no Brasil. Uma das vantagens do STX Promar é contar com o apoio de um estaleiro operacional pertencente ao grupo, o STX OSV, de Niterói (RJ).
As atividades da STX OSV no Brasil se dão em conjunto com a PJMR, cujos sócios criaram o estaleiro Promar, que terminou comprado pelos noruegueses. O grupo tem ainda outros dois projetos no país: um consórcio com o estaleiro Rionave, do Rio, que está começando a produção dos cascos dos dois primeiros gaseiros da Transpetro, e a construção de estaleiro de reparos para navios offshore em Quissamã (RJ).
O STX de Niterói está treinando 50 soldadores, maçariqueiros e outros técnicos recrutados na região de Suape. Em janeiro de 2013 outra turma com 50 trabalhadores pernambucanos vai desembarcar no Rio para um período de treinamento. No total, a STX OSV tem 1,8 mil trabalhadores, dos quais 1,6 mil em Niterói e 200 em Suape, onde o diretor é um norueguês que construiu outra unidade no Vietnã.
Arantes diz que o estaleiro pernambucano, a ser instalado em área de 25 hectares, começará com mil empregados e chegará a 1,5 mil no pico da operação.
O STX Promar terá capacidade de processar 20 mil toneladas de aço por ano, 20% da capacidade do Estaleiro Atlântico Sul, de 100 mil toneladas. O EAS emprega também cinco vezes mais pessoas (o número de empregados hoje no estaleiro é de cerca de cinco mil funcionários). Mas o EAS chegou a empregar cerca de 11 mil trabalhadores, muitos dos quais originários da atividade canavieira dos municípios próximos de Suape.
Parte da mão de obra que foi treinada para trabalhar no EAS e depois dispensada poderá ser aproveitada pelo STX Promar. Outro contingente desses trabalhadores está empregado em grandes projetos como a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Suape, a transposição do Rio São Francisco e a implantação da ferrovia Transnordestina, diz Alberto Santos, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco (Sindimetal/PE).
Para Santos, é importante que no caso do STX Promar haja uma união de esforços entre empresa, Estado e sindicato para evitar problemas que ocorreram no EAS. "Não acredito em apagão de mão de obra." Arantes, do STX OSV, diz que o estaleiro criou programa de treinamento e fez acordo com o governo do Estado de Pernambuco e com cinco municípios da região de Suape para focar em capacitação a partir do processo seletivo de trabalhadores que começa em setembro.
Existe avaliação segundo a qual o EAS, pelo seu pioneirismo, poderá contribuir, em termos de experiência, para reduzir erros em outros projetos de construção naval em Pernambuco. Dos R$ 250 milhões investidos no STX Promar, 70% serão financiados pelo Fundo da Marinha Mercante. A expectativa é de que o projeto se pague em 15 anos.
O investimento inclui o pagamento pela cessão onerosa de uso de uma área de 25 hectares, de um total de 80 hectares arrendados pelo estaleiro. O estaleiro trabalha agora para conseguir o "aforamento", a formalização da transferência dessa área de 25 hectares feita pelo Estado de Pernambuco, junto à Secretaria de Patrimônio da União (SPU). Os restantes 55 hectares continuarão arrendados pelo STX Promar.
Fonte: Valor Econômico

Suape oferece capacitação para empresários pernambucanos


Suape oferece capacitação para empresários pernambucanos
Nos dias 09 e 10 de julho, o Complexo de Suape, por meio do Projeto Suape Global, realiza em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e a Consultoria Deloitte o curso “Programa de Desenvolvimento de Parcerias” voltado para o empresariado local. O objetivo é sensibilizar e capacitar empresários para a importância de estabelecer relacionamento com empresas nacionais e internacionais aproveitando o atual cenário de desenvolvimento econômico de Pernambuco. O evento acontece, às 17h, na Faculdade Nova Roma/FGV.

Instrutores da Deloitte de São Paulo e Recife ministrarão o curso para representantes de mais de 40 empresas pernambucanas. Serão apresentados temas como as diversas formas de parceria, incentivos fiscais em Pernambuco, fontes de financiamentos, organização interna da companhia e estruturação para receber investidores.

Segundo o diretor do Projeto Suape Global, Silvio Leimig, este programa surgiu a partir da demanda de empresários internacionais por indicações de empresas locais. “As empresas de outros países, durante visitas a Suape, nos pediam indicações de empresas locais para firmarem parceria e muitas vezes tínhamos dificuldade em localizar o perfil solicitado. Este programa irá colaborar com a preparação da empresas locais para a chegada dos novos empreendimentos”, completa Leimig.

A ação está dentro do Projeto Suape Global, que visa transformar Pernambuco em um polo mundial provedor de bens e serviços para indústrias de petróleo, gás, offshore e naval.

ALL investe em tecnologia para agilizar transporte de grãos

Uma mudança aparentemente simples nos dispositivos de comunicação (transponder) das balanças de entrada e saída do Terminal Ferroviário da América Latina Logística em Alto Araguaia, no Mato Grosso, permitiu um ganho médio de tempo de seis segundos no manejo de cada caminhão descarregado. O resultado imediato foi a agilização de movimentação de milho e farelo e o recorde de 946 caminhões descarregados em um só dia nos vagões que seguem dali para o porto de Santos, por via ferroviária.

O volume atingido pela empresa indica um crescimento de 6,05% em relação ao último recorde de 891 veículos, com ganhos de receita e redução no tempo de permanência dos caminhões no terminal. As mudanças que visam agilizar o processo de descarga rodoviária do terminal fazem parte da implantação do “Projeto Sem Parar”, iniciativa inovadora na área de gestão da ALL. “Tivemos um ganho de produtividade nos tombadores e na recepção dos caminhões. Com isso, passamos a ter uma maior recepção e consequentemente estamos melhorando nossos índices de produtividade”, afirma Flávio José da Silva, coordenador de Terminais de Mato Grosso da empresa de logística.


Fonte: Brasil Econômico

Normatização da função de motorista e suas implicações

A Lei nº 12.619, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no último dia 30 de abril, com o objetivo de regular a jornada de trabalho (...)


A Lei nº 12.619, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no último dia 30 de abril, com o objetivo de regular a jornada de trabalho e o tempo de direção do motorista profissional e outras providências, afetará fortemente as empresas logísticas e as que dependem diretamente do transporte para seu funcionamento. A legislação, destinada a companhias cujo objeto social inclui o transporte de cargas, atingirá, porém, outras empresas, como distribuidoras em geral e até mesmo caminhoneiros autônomos, que não atendem o critério anteriormente citado.

A iniciativa trará benefícios merecidos aos motoristas, como acesso gratuito a programas de formação e aperfeiçoamento, atendimento de saúde pelo SUS e tempo de direção controlado, entre outras melhorias. No entanto, o ponto mais importante para os profissionais da área é a jornada de trabalho controlada, que prevê um intervalo mínimo de trinta minutos para cada quatro horas ininterruptas de direção, além de um intervalo de 11 horas a cada 24 horas.

Para seu cumprimento, será necessário estabelecer um método efetivo de controle, respeitado pelo empregado e pelo empregador, sem condicioná-lo ao uso do tacógrafo, o que, novamente, acarretará em um custo extra por parte do empregador. Isto porque a simples existência do tacógrafo não induz controle de jornada de trabalho, propriamente dito, uma vez que oaparelho reproduz apenas a situação mecânica do veículo, com relação aos períodos de sua movimentação.

Além dos novos direitos do motorista, os seus deveres - que já deveriam ser praticados por questões éticas e morais - passam a ser supervisionados pela lei, como estar atento às condições de segurança do veículo, conduzir com prudência, respeitar a legislação de trânsito e zelar pela carga transportada.

Ao cobrir também empresas e associações que se utilizam do transporte diretamente para a execução de seu serviço diário, a legislação trará muitos reflexos positivos para todos os envolvidos, começando pela retenção dos bons profissionais. Hoje, os motoristas não são amparados por lei, portanto trocam facilmente de empregador, dando preferência ao que lhe trouxer mais benefícios de trabalho, como jornadas mais curtas.

Outro importante impacto será na redução de acidentes nas estradas e de morte de inocentes.  De acordo com dados da Previdência perto de 42 mil pessoas morrem anualmente vítimas do trânsito no País.

No entanto, não se devem ignorar as influências da medida nos custos das operações. A jornada, apesar de mais segura, será mais longa, pois a lei estabelece que o tempo que o empregado ficar em filas para carregar e descarregar produtos ou na fiscalização de mercadoria deverá ser remunerado como hora normal mais 30%, gerando mais custos para o empregador. Cada parada terá também um custo adicional, em questão de acomodações e alimentação, visto que um dos vetos da legislação foi em relação à obrigação do governo de construir pontos de parada para caminhões.

O impacto da legislação nos custos do transporte deverá ser de até 26%. Para setores específicos o percentual pode ser superior e chegar a 40%. Tais custos acabarão sendo repassados no valor do frete, criando um efeito dominó que afetará toda a cadeia e mais uma vez o bolso do consumidor final. As estimativas do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística (Setcergs) apontam reajustes entre 10% e 20% para o frete convencional.

Também chamo a atenção para outros itens da lei relacionados aos distribuidores que foram vetados e devem ser acertados para que as vantagens sejam para todos os negócios que dependem da logística e, assim, encontrarmos o justo equilíbrio. Ainda teremos desdobramentos, mas já é possível reconhecer a lei 12.619 como um grande avanço para o setor.


Hamilton Picolotti – presidente da Confenar – Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição

Fundo da Marinha Mercante concede prioridade a embarcações e estaleiros

O Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante - CDFMM concedeu prioridade de recursos a embarcações e estaleiros em sua 20ª Reunião Ordinária, realizada na sexta-feira (6) em Brasília.  O investimento é de R$ 1,4 bilhão. A medida foi publicada no Diário Oficial da União no dia 11 de julho, por meio da Resolução n° 117.
Prioridades referentes a 28 projetos foram concedidas a 17 empresas. Os projetos abrangem 104 embarcações e cinco estaleiros. Até 90% do valor investido é passível de financiamento com recursos do Fundo da Marinha Mercante – FMM. A definição do percentual de financiamento depende do conteúdo nacional de cada projeto e do tipo da embarcação, nos termos das regras previstas na Resolução n° 3.828/2009 do Conselho Monetário Nacional.
Foram priorizadas 19 novas embarcações, sendo 18 para Navegação de Apoio Marítimo e uma para Navegação de Apoio Portuário. Esses investimentos permitirão o atendimento do programa de exploração e abastecimento de petróleo no Brasil e o apoio ao transporte de mercadorias no interior e na costa do país.
Ainda na Reunião, foram priorizados quatro estaleiros, sendo três localizados no Rio de Janeiro e um em São Paulo. Os estaleiros priorizados no Rio de Janeiro têm foco na reparação e construção naval, enquanto o estaleiro localizado no estado de São Paulo tem foco na construção de comboios fluviais e já iniciará suas atividades, construindo os 20 comboios fluviais do Promef Hidrovias da Transpetro.
Por fim, foram concedidas suplementações de recursos referentes a 15 embarcações e alteradas prioridades relativas a 70 embarcações e um estaleiro.
As reuniões ordinárias do Conselho Diretor são trimestrais. A próxima será realizada no dia 5 de outubro.
PROJETO
Nº de Embarcações /Estaleiros
Valor total do investimento (R$)
Valor total do investimento (US$)
NAVEGAÇÃO DE APOIO MARÍTIMO
18
716.464.176,88
397.511.223,57
NAVEGAÇÃO DE APOIO PORTUÁRIO
1
5.659.879,82
3.009.453,83
ESTALEIROS
4
                                      93.567.171,23
                                      50.926.980,08
SUPLEMENTAÇÃO/ALTERAÇÃO
86
619.146.897,25
352.985.283,02
TOTAL
109
1.434.838.125,18
804.432.940,50
 Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes
Fones: (61) 2029-7038/7039

Faculdades preparam profissionais para o mercado logístico

Transporte & Logística   
 
ILOS Logística Terra

 
O crescimento econômico do País aumentou a oferta e o consumo de bens e serviços, empresas brasileiras passaram a competir em escala global e a logística ganhou força como conceito e passou a ser fundamental em grandes empresas. O cenário de escassez de cursos e mão de obra específicos do final de década de 1990 mudou nos anos seguintes, quando o avanço de novas instituições – principalmente privadas – oferecendo formação dedicada à área.

Pode-se dizer que o mercado de trabalho específico para a logística é novo. Muitas empresas criaram esse tipo de departamento há menos de uma década, tentando ampliar seus ganhos na melhor distribuição e administração dos problemas de infraestrutura brasileiros. Porém, a busca por profissionais com conhecimento técnico na área é intensa. Segundo Leonardo Julianelli, gerente de capacitação do Instituto ILOS, há muita gente com experiência prática na área, mas poucos com conhecimento técnico.

O mercado tem oferecido cada vez mais alternativas, principalmente na área de graduação, com cursos de tecnólogo em logística. Outra opção adotada por quem busca essa carreira é formar-se em áreas como administração – algumas universidades oferecem o curso com ênfase em logística – e engenharia e, a partir da formatura, realizar cursos complementares ou de pós-graduação. “O mercado hoje, apesar de exigir profissional mais especializado, ainda tem restrições aos cursos de tecnólogo. É uma graduação mais curta e, talvez pela desinformação das empresas, elas ainda preferem as melhores escolas de administração e engenharia. Porém, estes acabam tendo que procurar cursos complementares dadas às exigências do mercado”, explica Julianelli.

Neverton Timm, diretor executivo da Varejo Ideal, que já lecionou no curso de tecnólogo da Ftec, no Rio Grande do Sul, acredita que o espaço para profissionais com capacitação técnica específica em logística é enorme. Embora os cursos de tecnólogo em logística ainda sejam menos valorizados, esse cenário pode mudar conforme as escolas e universidades se adaptem às fortes exigências do mercado. “Alguns profissionais com bastante especialização transitam a peso de ouro no mercado. Outros com cursos menos valorizados sofrem com salários menores e menos oportunidades”, exemplifica Julianelli. Entre as principais instituições que oferecem graduação em logística estão Estácio de Sá, Anhanguera, Senac e Fatec, na região Sudeste, Ftec, Universidade de Caxias do Sul e Unisinos, na região Sul, e Faculdade IBGM e Metropolitana, na região Nordeste.

Cartola - Agência de Conteúdo

Especial para o Terra

Codesp vai propor reajuste de tarifa portuária ao governo

Valor Econômico   
SANTOS (SP) - A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) irá encaminhar ao governo federal proposta de reajuste de 58,3% nas tarifas do porto de Santos. A estratégia é aplicar o aumento de forma escalonada até 2014, como forma de recompor os valores, inalterados desde 2005. Segundo o presidente interino da estatal que administra o porto, Renato Barco, o primeiro reajuste valeria a partir de 1º de outubro.

A grande novidade é que os outros aumentos, de 12,5% cada, estariam condicionados ao cumprimento de uma série de metas por parte da Codesp, entre as quais a manutenção da profundidade do canal de navegação e berços de atracação.

A proposta foi apresentada na manhã de hoje em reunião do Conselho de Autoridade Portuária (CAP), em Santos (SP), órgão consultivo e deliberativo do porto.

O pedido de aumento, proposto pela diretoria executiva do porto, vem sendo debatido no CAP há dez meses. Operadores de terminais do porto - com assento no CAP - haviam solicitado que a estatal apresentasse contrapartidas para justificar o pedido de reajuste. De acordo com Renato Barco, o índice não se pautou em indicador de mercado, mas, sim, buscou equilibrar o fluxo de caixa tarifário da Codesp, hoje deficitário em cerca de R$ 100 milhões.

A proposta deverá ser encaminhada até a próxima semana à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e ao Ministério do Planejamento. Somente depois da aprovação poderá ser homologada pelo CAP.

LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN COM PERSPECTIVA GLOBAL

 

APRESENTAÇÃO


Em permanente evolução, o nosso Fórum tem a missão de disseminar conteúdo atual e relevante, essencial à comunidade de Logística e Supply Chain.

A programação, com formato mais criativo, reúne palestrantes dos continentes americano, europeu e asiático, além de temas originais que se destacam pela temporalidade, tais como “Logística de Megacidades” e “Logística Reversa de Resíduos nas Empresas Brasileiras”.
ilos_plateia_forum
A nova dinâmica do Fórum traz Mega Sessões para o maior aprofundamento de tópicos da atualidade, reunindo experts com perspectivas diversificadas, em ambiente propício ao debate, com o envolvimento do público.

O desejo, nesses 18 anos, sempre foi permitir a troca de experiências entre todos os envolvidos no evento. Esperamos que, em 2012, os três dias de convívio sejam ainda mais proveitosos e agradáveis!
cesar
Cesar Lavalle
fleury
Paulo Fleury


OBJETIVO
  • Promover reflexão e discussão de temas atuais em Supply Chain
  • Networking de alto nível

FORMATO
O evento se caracteriza por divulgar pesquisas inéditas relevantes tanto ao ambiente das empresas quanto ao de negócios do país como um todo. Ao longo de três dias, serão 07 Sessões Gerais, apresentadas por palestrantes conceituados nacional e internacionalmente; 03 Mega Sessões, as quais tratam de assuntos emergentes em maior profundidade,  reunindo experts para uma enriquecedora troca de experiências em nível global, envolvendo o público qualificado; 21 Tutoriais, que esclarecem conceitos e abordagens gerenciais modernas; e 23 Cases, que visam apresentar soluções logísticas implementadas em empresas. As Mega Sessões, Tutoriais e Cases são apresentados em até cinco sessões simultâneas, enquanto as Sessões Gerais acontecem isoladamente. A programação inclui também a apresentação do 12º Prêmio ILOS – Os melhores Prestadores de Serviços Logísticos do Brasil e a 13ª Expo.Logística - Feira de produtos, serviços e soluções, que completa o ambiente de networking aos participantes do evento e favorece a realização de negócios.


PÚBLICO ALVO

  • Direcionado principalmente a executivos da alta gestão
Expectativa de Público: 850 participantes
Perfil dos Participantes - edição 2011

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Prêmio Rapidão Profissional e Projeto de Logística do Ano 2012: inscrições já estão abertas!

EVENTO/ PRÊMIO
  
Em sua quarta edição, o Prêmio tem como objetivo valorizar os profissionais da área de logística e supply chain que obtiveram destaque em projetos

São Paulo, 12 de julho de 2012 – O provedor de soluções logísticas Rapidão Cometa, recentemente comprado pela FedEx, em conjunto com a revista Mundo Logística, anuncia a abertura das inscrições para o Prêmio Rapidão Profissional de Logística do Ano e Projeto de Logística do Ano 2012, com objetivo de homenagear os profissionais das áreas de logística e supply chain que obtiveram destaque em suas realizações para a comunidade de logística e supply chain. As inscrições podem ser feitas através do site www.revistamundologistica.com.br  até dia 31 de agosto.
A exemplo de 2011, a premiação englobará três categorias: Prêmio Profissional de Logística e Supply Chain, premiando profissionais experientes do mercado com base em uma solução, projeto ou operação de destaque desenvolvidos no período de 2011-2012; Prêmio Pesquisador em Logística e Supply Chain, que premiará os pesquisadores na área de logística e supply chain a partir de projeto, pesquisa ou trabalho de destaque desenvolvidos entre 2011 e 2012; Prêmio Projeto de Logística e Supply Chain, com destaque para projetos de logística ou supply chain com foco em realizações e resultados obtidos, inovação e reconhecimento.
Para se inscrever os interessados devem se cadastrar no site da revista para recebimento do formulário e seu preenchimento. Posteriormente os interessados fazem a submissão dos formulários para avaliação, onde a equipe editorial da revista Mundo Logística selecionará os 20 melhores profissionais e projetos de cada categoria e enviará para uma banca avaliadora. A banca pontuará conforme requisitos pré-estabelecidos e devolverá as avaliações à equipe da revista - Os nomes dos componentes da banca serão divulgados no site do Prêmio.
Os seis profissionais melhores pontuados em cada categoria receberão nova votação numa segunda etapa, desta vez pelos assinantes da revista Mundo Logística. A avaliação da comunidade também terá peso na análise total dos participantes. “Convidamos profissionais reconhecidos do mercado, entre eles consultores e acadêmicos, para compor a banca. Os critérios serão minuciosos para que todos tenham avaliação justa”, destaca Marco Antonio Guapo, editor da revista Mundo Logística e responsável pela logística do Prêmio.
Faça sua inscrição e conheça detalhes do regulamento e critérios de avaliação dos profissionais e seus trabalhos no site http://www.mundologistica.com.br/premio.shtml

SERVIÇO
PRÊMIO RAPIDÃO Profissional de Logística do Ano e Projeto de Logística do Ano 2012
Inscrições: de julho a 31 de agosto, através do site http://www.revistamundologistica.com.br/premio.shtml
Informações: e-mail premio@revistamundologistica.com.br ou pelo telefone (41) 3029-9353 / 3029-9397
Categorias:  Prêmio Profissional de Logística e Supply Chain, premiando profissionais experientes do mercado com base em uma solução, projeto ou operação de destaque desenvolvidos no período de 2011-2012; Prêmio Pesquisador em Logística e Supply Chain, que premiará os pesquisadores na área de logística e supply chain a partir de projeto, pesquisa ou trabalho de destaque desenvolvidos entre 2011 e 2012; Prêmio Projeto de Logística e Supply Chain, com destaque para projetos de logística ou supply chain com foco em realizações e resultados obtidos, inovação e reconhecimento.
Data da entrega dos Prêmios:  02 de outubro de 2012

Sobre a Revista Mundo Logística
Título da Editora Mundo (WWW.editoramundo.com.br), a Revista Mundo Logística está em seu terceiro ano de mercado e tornou-se leitura obrigatória para profissionais de logística e supply chain. O conteúdo da publicação chega a cerca de 40 mil profissionais e é composto exclusivamente por artigos técnicos e especializados, possibilitando aos leitores a expansão de conhecimentos específicos sobre os segmentos, assim como a aplicação das melhores práticas e experiências no dia-a-dia. A publicação é distribuída em todo o Brasil por meio de bancas, livrarias e assinaturas.


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Cargomax completa 10 anos de atividades e anuncia novidades

LOGÍSTICA/ EMPRESAS                                                                                                                                         
A fabricante de niveladores de docas embutidos investe forte em TI, treinamento, processos e infraestrutura para potencializar sua gestão e as vendas

Rio de Janeiro, 10 de julho de 2012 – Especializada em soluções para carga e descarga em armazéns, condomínios logísticos, supermercados e outras instalações de transferência de cargas, a Cargomax (www.cargomax.com.br) está comemorando 10 anos em 2012 com novidades. A empresa, que em 2011 deu início à reestruturação de seus processos internos, vem realizando pesados investimentos com objetivo de modernizar sua gestão e potencializar suas ações de vendas.
A reestruturação da Cargomax, segundo sua diretora executiva, Alexandra Kyrillos, obedece a uma necessidade de acompanhar o crescimento da empresa, que no ano passado foi de 18% em relação a 2010, somada aos 10 anos de sua atuação no mercado nacional de niveladores de docas. São alvo dessa modernização o parque fabril de Duque de Caxias (RJ) e seus processos produtivos; a profissionalização da gestão interna com auxílio da tecnologia da informação; o treinamento de mão de obra para instalação e manutenção dos equipamentos, além de um forte trabalho direcionado à motivação da equipe de vendas.
“A construção de instalações logísticas que agregam o que há de melhor em equipamentos está em alta no País. O mercado para niveladores de docas acompanha esse aquecimento e percebemos que realizar uma ampla modernização resultaria em melhores retornos para a Cargomax”, comenta a executiva.
As mudanças resultaram na consolidação de uma nova visão da empresa e diretrizes de gestão baseadas na manutenção de valores como tradição, inovação, humanização, responsabilidade e boas práticas de vendas incluindo: trabalho em equipe, busca de resultados e qualidade para evitar retrabalhos.
Uma das conquistas alcançadas é o processo de tomada de decisões, que ficou mais ágil em 70% do tempo devido ao emprego da TI. Os softwares possibilitaram maior organização e visualização dos indicadores de desempenho de diversas áreas da empresa.
Outra decisão importante na transição para uma nova gestão empresarial foi reforçar a rede de representantes em território nacional e investir em seu treinamento, bem como em motivação da equipe de vendas. Recentemente a empresa promoveu sua primeira Convenção de Vendas, no Rio de Janeiro, para reforçar as bases da marca Cargomax e inspirar seus representantes a potencializar suas vendas.
“O diferencial dos niveladores de docas é dar maior agilidade à operação de carga e descarga, e propocionar segurança à tarefa de movimentação de materiais. Vamos trabalhar focados para que o mercado absorva esse conceito e todos se beneficiem”, finaliza a diretora.


Sobre a Cargomax
A Cargomax (www.cargomax.com.br) é uma empresa brasileira com 10 anos de mercado e oferece soluções industriais para carga e descarga, disponibilizando uma completa linha de equipamentos – niveladores de docas embutidos eletrohidráulicos (carro-chefe); niveladores de docas; doca móvel de carga; plataformas elevatórias; acessórios para docas; e sistemas de carregamento integrado, fabricados dentro de rigorosas regras europeias de produção. A empresa investe pesado em maquinário para modernização de seu parque fabril, treinamento de instaladores e manutenção, utilizando a tecnologia da informação para obter melhoria de processos e rapidez na tomada de decisões.
Representantes em todo o Brasil: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Salvador, Ilhéus, Camaçari, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Ceará, Piauí, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Acre, Rondônio, Goiás, Tocantins, Brasília, Mato Grosso.

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Nexans investe 200 mil dólares para redesenhar planejamento da produção na América do Sul

A unidade chilena da multinacional é a primeira na região a ter sistema APS para eliminar perdas de produtividade


Campinas, SP, 10 de julho de 2012 - Com uma presença industrial em mais de 40 países, a francesa Nexans está investindo na melhoria da eficiência das áreas produtivas de suas fábricas com a implantação de um software APS (software de planejamento e programação avançada da manufatura), que já rende frutos na França. A líder mundial nas áreas de infraestrutura, indústria, construção e rede local (LAN) deu início aos investimentos em tecnologia na América do Sul – cerca de 200 mil dólares – pela planta do Chile.
O processo de implantação do APS Ortems está sendo realizado pela G2A, empresa de tecnologia com sede em Campinas, SP, que distribui a solução com exclusividade no Brasil. Antes do investimento, iniciado no final de 2011, a unidade chilena da Nexans realizava a programação de sua produção nas máquinas com auxílio de uma planilha eletrônica e do sistema de ERP SAP.
“O negativo deste método era a programação de cada máquina de forma isolada, correndo-se o risco de começar um processo sem que o anterior tivesse sido completado”, explica Fernando Olhabé, líder de processos TI de produção da Nexans. “O impacto direto disso era falha no atendimento dos pedidos no prazo, além de não termos uma visão clara das máquinas em gargalo”.
Em todas as fábricas, explica Vanessa Maciel Husemann, gerente de projetos da G2A, o interessante é otimizar ao máximo as operações consideradas gargalo, para que não haja interrupções na produção e mantenha-se a eficiência. “Na planta da Nexans Chile não era possível fazer sequer simulações com alterações de demanda ou reação frente a imprevistos com resposta rápida dos impactos gerados pelo planejamento e isso se refletia no resultado final, ou seja, na entrega dos pedidos”.
A chegada do APS Ortems ao Chile representou um alinhamento da América do Sul com a matriz na França e outras unidades europeias no aumento da eficiência do planejamento e programação da produção. O projeto de implantação do APS Ortems teve início com a introdução do módulo de dados: o objetivo foi definir entre outros aspectos calendários, máquinas, grupos de máquinas, operações, rotas, matérias-primas. Ao mesmo tempo, a empresa também empregou o módulo Planejamento, que permite visualizar as ordens, cargas das máquinas, capacidades, entre outros recursos, e o Reporting, para emitir as cargas de máquinas a serem entregues pela planta.
Olhabé destaca que, durante o processo de implantação do APS Ortems, houve um radical redesenho na programação e planejamento da produção. Foi necessário redirecionar certos procedimentos, pois o software exige tempos de máquina o mais próximo possível da realidade.
O APS Ortems já está rendendo frutos à Nexans Chile. O software abrange 100% das máquinas existentes na planta e se observa melhorias em outras áreas da empresa, criando uma sincronização para que o software possa fornecer informações que auxiliem na tomada de decisões: nesta etapa, os departamentos de produção e engenharia são chave.
O líder de processos de produção explica que o APS Ortems possibilitou, adicionalmente, a visualização gráfica do andamento das ordens de produção na fábrica, do começo ao fim das operações, incluindo simulações de cenários diversos e comparações para escolha da melhor opção a ser adotada. Com o uso contínuo da solução, a Nexans terá como reflexos a melhoria no nível de atendimento ao cliente, redução dos tempos de setup e do tempo de ciclo total.
Nexans Chile e a G2A também estão trabalhando para que a unidade Nexans em Lima (Indeco), no Perú, implante o APS ORTEMS até o fim de 2012.


**O que é um software APS?
O software de planejamento e programação avançada da manufatura (APS) se destaca por algoritmos capazes de gerenciar os modelos mais complexos de produção. O principal objetivo é aumentar o valor agregado dos sistemas ERP, MES e WMS graças às vantagens obtidas com a otimização e a sincronização dinâmica dos fluxos de produção, aderentes ao inovador conceito de Agile Manufacturing.


Sobre a G2A
Criada em 1996, a G2A (www.g2a.net.br) é uma empresa com capital 100% nacional e é distribuidora oficial das soluções da francesa ORTEMS, especializada em planejamento e programação avançada da manufatura (APS) para modelos com restrições, alternativas e capacidade finita.
Entre as principais competências da G2A estão a comprovada capacidade de implantação de projetos complexos de soluções ERP e APS (Advanced Planning Scheduling), consultoria e check up na área de produção, habilidade no desenvolvimento de interfaces, especificação e realização de novos módulos e acompanhamento do Change Management quando da substituição de sistemas.
Principais clientes: Sanofi-Aventis, Nexans, Nestlé; Renault Trucks; Givaudan; Sidel; Liebherr; Unilever, Rexam; Rhodia; Novartis; Alcan, Airbus.

Sobre a Nexans
Com a energia como base de seu desenvolvimento, a Nexans, empresa líder mundial na indústria de cabos, oferece uma ampla gama de cabos e sistemas de cabeamento. O Grupo tem presença global nos mercados de infraestrutura, indústria, construção e de redes de área local. A Nexans atua em uma série de segmentos de mercado: desde energia, transporte e redes de telecomunicação até construção naval, petróleo e gás, eólica, automotivos, eletrônico, aeronáutica, uso móvel e automação de materiais.
Com presença industrial em 39 países e atividades comerciais por todo o mundo, a Nexans conta com 22.700 colaboradores e, em 2011, registrou vendas líquidas de 6.920 bilhões de Euros. A Nexans está listada na Bolsa NYSE Euronext Paris, seção A.

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