Do NE10
A assessoria de imprensa do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), localizado em Suape, divulgou nesta manhã nota de esclarecimento onde comenta o protesto promovido por funcionários do local desde as 6h30 desta quinta-feira (15). No comunicado, o EAS declara a ilegalidade do movimento e confirma a suspensão das atividades "até que a situação seja normalizada."
Os trabalhadores do estaleiro reinvindicam melhorias salariais e nas condições de trabalho, e como protesto, bloquearam duas avenidas principais de acesso ao complexo portuário que dão acesso ao local com pedaços de madeiras e fogo. Muitos deles, inclusive, estão jogando as fardas e equipamentos de proteção dentro da "fogueira" em sinal de insatisfação.
Ainda não há definição - nem por parte do sindicato nem dos trabalhadores - sobre a duração desta paralisação. "Apenas quando conversarmos com os trabalhadores é que poderemos ter alguma previsão", afirmou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco, Alberto Alves.
Confira a íntegra da nota:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) rejeita o posicionamento de um grupo minoritário de trabalhadores, que deflagrou hoje uma paralisação das atividades na empresa. O movimento ocorre à revelia das negociações que já estão sendo realizadas, na mais absoluta normalidade e dentro das condições previstas em lei, entre o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico do Estado de Pernambuco (SIMMEPE) e o Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco (SINDMETAL-PE) no âmbito da campanha salarial 2011 da categoria.
O EAS irá solicitar ao Ministério Público do Trabalho de Pernambuco (MPT-PE) a decretação da ilegalidade deste movimento.
A fim de garantir a integridade física de seus trabalhadores e evitar transtornos à população em geral e organizações privadas e públicas, o Estaleiro Atlântico Sul também decidiu suspender todas as suas atividades até que a situação seja normalizada.
Gerando emprego e renda para cerca de 10 mil pessoas, o EAS reafirma o seu compromisso com o desenvolvimento econômico e social de Pernambuco e do Brasil.
Estaleiro Atlântico Sul
Os trabalhadores do estaleiro reinvindicam melhorias salariais e nas condições de trabalho, e como protesto, bloquearam duas avenidas principais de acesso ao complexo portuário que dão acesso ao local com pedaços de madeiras e fogo. Muitos deles, inclusive, estão jogando as fardas e equipamentos de proteção dentro da "fogueira" em sinal de insatisfação.
Ainda não há definição - nem por parte do sindicato nem dos trabalhadores - sobre a duração desta paralisação. "Apenas quando conversarmos com os trabalhadores é que poderemos ter alguma previsão", afirmou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco, Alberto Alves.
Confira a íntegra da nota:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) rejeita o posicionamento de um grupo minoritário de trabalhadores, que deflagrou hoje uma paralisação das atividades na empresa. O movimento ocorre à revelia das negociações que já estão sendo realizadas, na mais absoluta normalidade e dentro das condições previstas em lei, entre o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico do Estado de Pernambuco (SIMMEPE) e o Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco (SINDMETAL-PE) no âmbito da campanha salarial 2011 da categoria.
O EAS irá solicitar ao Ministério Público do Trabalho de Pernambuco (MPT-PE) a decretação da ilegalidade deste movimento.
A fim de garantir a integridade física de seus trabalhadores e evitar transtornos à população em geral e organizações privadas e públicas, o Estaleiro Atlântico Sul também decidiu suspender todas as suas atividades até que a situação seja normalizada.
Gerando emprego e renda para cerca de 10 mil pessoas, o EAS reafirma o seu compromisso com o desenvolvimento econômico e social de Pernambuco e do Brasil.
Estaleiro Atlântico Sul
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