Estima-se que hoje, no Brasil, existam cerca de 50 mil vagas para motoristas profissionais que não são ocupadas por falta de mão-de-obra qualificada. A grande dificuldade para o jovem de baixa renda é o valor para tirar a carteira de motorista ou alterar a categoria, o que dificulta o ingresso na carreira. Para tirar a CNH, é necessário em torno de R$ 1.000 e para mudança de categoria o valor chega a R$ 1.500.
Para suprir essa demanda, a CNT e o Sest Senat, presididas pelo senador Clésio Andrade, lançaram neste mês o Programa de Formação de Motoristas para o Mercado de Trabalho, que oferecerá três tipos de cursos de capacitação: motorista de carreta, motorista de ônibus, e motorista de caminhão. “Os jovens vão receber todo o preparo para trabalhar em transportadoras ou empresas de ônibus”, diz Clésio. Segundo o senador, a meta é formar 66 mil profissionais por ano.
Para fazer o curso o aluno assina um termo de adesão ao programa, comprometendo-se a ingressar no setor de transporte após a conclusão. As inscrições podem ser feitas no site do Sest Senat ou pelo telefone 0800 728 2891.
Acesso à CNH
O senador mineiro também buscou apoio de governadores e prefeitos de todos os estados para tornar a primeira habilitação mais acessível. Tomando como exemplo o estado de Pernambuco, que criou em 2007 um programa para expedir carteiras de habilitação gratuitamente, Clésio Andrade enviou ofício aos governadores de todos os estados e aos prefeitos das capitais solicitando apoio. O assunto também foi tema do encontro do senador mineiro com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, quando apresentou a dificuldade gerada pela escassez de profissionais.
Fonte: Portal Senador Clésio Andrade
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