
Crédito: Shirlene Marques
A presidente-executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica
(ABEÉolica),Elbia Melo, esteve no Recife nesta segunda-feira (06) em
busca de parcerias para a consolidação de uma Rede de pesquisa sobre o
setor. O encontro que reuniu pesquisadores da UFPE, da UPE e da PUC-Rio,
faz parte do projeto que busca a consolidação e a disponiblização de
pesquisas que possam beneficiar a cadeia produtiva.
No Brasil, de acordo com a ABEÉolica, existem 11 fabricantes de
geradores de energia eólica e Pernambuco desponta como um dos centros de
destaque. “Pernambuco é vocacionalmente voltado para à tecnologia e a
logística de Suape proporcionaram a chegada de muitos empreendimentos”,
destacou Elbia Melo. Para a executiva, a inserção de fábricas em nosso
Estado têm levado à redução de custos, porém há a necessidade da
realização de estudos para uma otimização do setor. Um das expectativas
da Rede é poder adaptar a tecnologia usada atualmente às condições
brasileiras.
Crescimento - O Brasil está entre as quatro nações
do mundo que mais cresce no setor eólico, somente atrás de China,
Estados Unidos e Índia. Atualmente, a nação brasileira tem 1.471 MW de
capacidade instalada de energia eólica em 71 parques eólicos,
distribuídos por nove estados. Vários leilões de energia foram
realizados desde 2009, quando foram adicionados 6.759 MW de novos
projetos contratados pelo Ministério de Minas e Energia, o que trará um
volume de instalações de energia eólica no País de mais de 8.050 MW até
2016. Esse número é cerca de 5,5 vezes maior do que a capacidade atual,
de 1.471 MW, e atrairá mais de 12 bilhões de dólares em investimentos.
Fonte: NE10.
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